Dislexia é uma das mais comuns deficiência da aprendizagem, não deve ser motivo de vergonha para as crianças ou para seus pais. Esse transtorno da aprendizagem tem sido relacionado a fatores genéticos, acometendo pacientes que tenham familiares com problemas fonológicos mesmo que não apresente a dislexia; a incidência é maior em meninos do que em meninas, não se manifesta da mesma maneira e nem com a mesma intensidade em cada criança.
Muitas vezes a dislexia é confundida com deficit de atenção, problemas psicológicos ou mesmo preguiça.
Esse transtorno se carateriza pela dificuldade do desenvolvimento da fala, decodificar símbolos, ler, escrever, soletrar, compreender textos, reconhecer fonemas, exercer tarefas relacionadas à coordenação motora, e pelo hábito de trocar, inverter, omitir ou acrescentar letras ou palavras ao escrever.
Dislexia não significa falta de inteligência, quando tratada não é indicativo de dificuldade profissional e falta de sucesso no futuro.
O tratamento deve ser realizado por psicólogo, fonoaudiólogo e psicopedagogo, eles irão estimular o processo de aprendizagem, que será para vida toda, aprender técnica para enfrentar suas dificuldades na leitura e na escrita.
Antes que as crianças passem pela sensação de fracasso porque não consegue assimilar o que é ensinado, deveriam passar por uma avaliação multidisciplinar especializada para detectar se sofre de dislexia.
É importante que os pais e professores fiquem atentos aos sinais de dislexias: pronunciação errada de algumas sílabas, crescimento lento do vocabulário, problemas em seguir rotinas, dificuldades em aprender cores, números, escrever o próprio nome etc...para que possam ajudar seus filhos e alunos.
Aos professores que detectarem os sintomas, converse com os pais, aconselhando que procurem ajuda de profissionais especializados para que os possam orientar.

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